IRMÃO SOL, IRMÃ LUA… O LIRISMO DE FRANCO ZEFFIRELLI

A história de São Francisco de Assis (irmão sol)

 e Santa Clara (irmã lua)

 contada em um lindo filme repleto de sutilezas… De poesia!

Se você é um amante dos filmes de artes não pode deixar de assistir…

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis
(Assis, 5 de julho 1182 — 3 de outubro  de 1226), foi um frade  católico da
Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida
religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante  dos Frades Menores,
mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com
o hábito da pregação  itinerante, quando os religiosos de seu tempo estavam mais
ligados aos mosteiros rurais, e com sua crença de que o Evangelho devia ser
seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda
identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio
Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha
da Criação, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as
criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão
positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade
de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia
da Renascença. (Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Assis)

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Ficando “ZEN”…

By Kika Domingues

Muitas vezes dizemos a nós mesmos,

 ” Não fique aí sentado, faça alguma coisa!”.

Quando praticamos a plena consciência, porém ,

descobrimos que o contrário pode ainda ser mais valioso:

 “Não fique aí fazendo alguma coisa. Sente-se!”.

Precisamos aprender a parar de vez

em quando a fim de ver com nitidez.

A princípio, “parar” pode parecer

uma “resistência à vida moderna”,

 mas não se trata disso.

“Parar” não é só uma reação; é um estilo de vida.

A sobrevivência da humanidade depende

de nossa cpacidade de desacelerar.

Temos mais de 50.000 bombas atômicas e, mesmo assim,

não conseguimos parar de fabricar mais.

 “Parar” não significa um basta ao que é negativo,

 mas também permitir que se realize uma cura positiva.

É esse o propósito da nossa prática-não evitar a vida,

mas experimentar e comprovar que a felicidade

é possível agora e também no futuro.

http://interserblog.blogspot.com/

MIGUEL FALABELLA – S a u d a d e . . .

 

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Saudade

“Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de

 muito grave para sentirmos tanta saudade”.

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade.

Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.

Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald’s, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso… É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler…

Miguel Falabella imagesmf

 

 

 

 

 

 

V I A J A R

  

25ane05

 

Um homem precisa viajar.

Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.
Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor.

Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto.

Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.

Um homem precisa viajar para lugares que não conhece

para quebrar essa arrogância

que nos faz ver o mundo como o imaginamos,

e não simplesmente como é ou pode ser.

 
Que nos faz professores e doutores do que não vimos,

quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

(Amyr Klink)

 

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CITAÇÕES… Para Refletir

 

 

Nunca tive outra idade

 senão a do coração

Anne (Ninon de) Lenclos

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Foi o tempo que dedicaste à tua rosa

que fez tua rosa tão importante. 

( em O Pequeno Príncipe)  

A inteligência apenas vale ao serviço do amor

O que nos salva é dar um passo e outro ainda

(Antoine de Saint Exúpery)

 

                                                                                                       

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Amar é mudar a alma de casa.

(Mario Quintana)

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Somos o que pensamos.

o que somos surge com nossos pensamentos.

Como nossos pensamentos,

fazemos o nosso mundo.

 (Buda)

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A vida é uma viagem a três estações:

ação, experiência e recordação. 

(Julio Camargo)

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Não tenho um caminho novo.

O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar.

(Thiago de Melo)

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Não basta saber, é preciso também aplicar;

não basta querer, é preciso também fazer

 

(Máximas e Reflexões) 

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Tudo o que amamos profundamente

converte-se em parte de nós mesmos

 

(Helen  Keller)  

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O que é a abundância? Um nome, nada mais;

ao sensato basta o necessário.

 

 O tempo dirá tudo à posteridade. É um falador.

Fala mesmo quando nada se pergunta

(Eurípedes)

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"O que você sabe, não tem valor algum,

o valor está no que você faz com o que sabe."

Marco Natali