Saudade… (sempre) por Jane Duboc

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Sempre fui fã de Jane Duboc e faltava colocá-la em meu “livro de recortes”. Agora sim!

Ela que ouço tanto! Ela que tem embalado e enriquecido com sua música e voz suaves a trilha sonora da minha vida.

Hoje a assisti no programa Som do Vinil, programa muito bom que só tem um defeito: é bem “curtinho” deixando sempre um gosto de “quero mais”. O destaque foi o vinil Languidez gravado pela Duboc.

Parabéns Charles Gavin por trazer a tona e a nossa memória o que há de melhor na nossa música! (sextas a noite no Canal Brasil).

A música em destaque foi o ponto alto do programa marcado por grande comoção; chorei com ela a Saudade; saudade essa que todos trazemos dentro de nós das coisas já passadas… Saudade que embarga a voz, trava… Alias a Jane Duboc assim como quando canta, parece ter a emoção a flor da pele, sempre!

 

 

Inda que eu me feche
E jure nunca mais te ver,
Tens o meu segredo
E a chave que me abre em teu poder.
Sabes como entrar,
Por onde vir.
Por que não aprendes a sair de mim?
Inda que eu a seque,
A fonte volta a murmurar.
Contra a correnteza,
Sou tão fraco,
Não posso nadar.
Tuas águas me levando assim,
Cada vez mais,
Pra longe de mim.
Tuas águas me levando assim,
Cada vez mais,
Pra longe de mim.
Inda que eu apague,
O fogo volta a se acender.
E esta saudade,
Esta vontade de te ver.
Tua chama vai queimando assim,
O pouco de paz que existe em mim.
(Saudade)
Jane Duboc interpretando Flavio Venturini

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