Katie Melua – I Will Be There…

The UK/Euro winter concert series with 23-piece Gori women’s choir is on sale now. Tickets at http://katiemelua.com

Katie performs ‘I Will Be There’ – the first single from her new album ‘Ketevan’

Orchestra: Docklands Sinfonia
Conductor: Mike Batt
Words/Music/Arr: Mike Batt
Produced by Mike and Luke Batt
Video directed and edited by Michael Dunne for Dramatico Entertainment Ltd
http://www.katiemelua.com

Available on Amazon: http://amzn.to/12fSnnE

Available on iTunes:
Single: http://smarturl.it/IWillBeThere
Album: http://smarturl.it/Ketevan

Lyrics:

She is like the lady down the road
Or just the woman up the street,
Like any mother you may know.
To me, she is the one who had it planned
To lead us all to Wonderland,
She always wanted us to go,
And she said:
Don’t ever be lonely,
Remember, I’ll always care.
Wherever you may be
Remember I will be there.
And like another lady that we know
She has a smile so bright and sweet,
And hair as white as driven snow;
Though life is never easy day to day,
She has a very special way
To make us smile when we are low.
And she says:
Don’t ever be lonely
Remember, I’ll always care.
Wherever you may be
Remember I will be there.
Don’t ever be lonely
Remember, I will be there.
I will be there.
I will be there.

Hoje é dia da Poesia… Tom Jobim

Eu amo poesia, música e fotografia…

Tom, poeta e músico, cantou uma história…  “a meia luz”

Uma linda cena aonde ao mesmo tempo em que o sol se põe a lua nasce…

Fotografia :))

E viva a poesia!

Paula Morelenbaum, Jaques Morelenbaum & Ryuichi Sakamoto – Fotografia (Photograph) by Antonio Carlos Jobim

-uploaded in HD at http://www.TunesToTube.com

Habitar-me tu…

 

_DSC0100b
By Kika Domingues

 

Às vezes tu me habitas como ruídos a uma casa,

como marcas a um rosto que por elas se define

e te lembrar é voltar ao que há de mais meu em mim mesma,

à parte de mim mesma que me revela e me assombra.

 

Às vezes eu quase te esqueço,

quase te perco

e quase sou completamente triste

e quase sou completamente outra

sem a interrogação onipresente dos teus olhos,

sem a incompreensão cúmplice da tua voz.

 

Estás em mim e não há nada a fazer,

mesmo a meio da noite,

quando és um vazio cheio de pontas,

mesmo a meio da frase,

quando és um gole de ar no lugar do teu nome.

 

Tu és meu porque de ti sou feita

e negar-te a mim seria parir-me ao contrário.

 

Aceito assim meu ofício de habitar-me tu –

ainda que a mim nunca regresses,

mesmo que de mim jamais tenhas partido.

(Patrícia Antoniete – 14/01/2009)

Saudade… (sempre) por Jane Duboc

159167_1

 

Sempre fui fã de Jane Duboc e faltava colocá-la em meu “livro de recortes”. Agora sim!

Ela que ouço tanto! Ela que tem embalado e enriquecido com sua música e voz suaves a trilha sonora da minha vida.

Hoje a assisti no programa Som do Vinil, programa muito bom que só tem um defeito: é bem “curtinho” deixando sempre um gosto de “quero mais”. O destaque foi o vinil Languidez gravado pela Duboc.

Parabéns Charles Gavin por trazer a tona e a nossa memória o que há de melhor na nossa música! (sextas a noite no Canal Brasil).

A música em destaque foi o ponto alto do programa marcado por grande comoção; chorei com ela a Saudade; saudade essa que todos trazemos dentro de nós das coisas já passadas… Saudade que embarga a voz, trava… Alias a Jane Duboc assim como quando canta, parece ter a emoção a flor da pele, sempre!

 

 

Inda que eu me feche
E jure nunca mais te ver,
Tens o meu segredo
E a chave que me abre em teu poder.
Sabes como entrar,
Por onde vir.
Por que não aprendes a sair de mim?
Inda que eu a seque,
A fonte volta a murmurar.
Contra a correnteza,
Sou tão fraco,
Não posso nadar.
Tuas águas me levando assim,
Cada vez mais,
Pra longe de mim.
Tuas águas me levando assim,
Cada vez mais,
Pra longe de mim.
Inda que eu apague,
O fogo volta a se acender.
E esta saudade,
Esta vontade de te ver.
Tua chama vai queimando assim,
O pouco de paz que existe em mim.
(Saudade)
Jane Duboc interpretando Flavio Venturini