MEU OLHAR SOBRE A LINDA MATRIZ DE DOIS CÓRREGOS – SP – BRASIL…

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Em duas viagens feitas a cidade de Dois Córregos  localizada no Planalto Central Paulista, dentre tantos olhares, tenho em especial o da Igreja Matriz do Divino Espírito Santo. Linda e imponente, guarda em sua linhas, detalhes que dificilmente podem fugir às lentes de um fotógrafo. Essas imagens foram feitas em dezembro de 2011 e março de 2012.  Podemos vê-la iluminada pelo “sol a pino”, bem como na linda luz do entardecer, com direito neste dia a uma fina, tênue e clara lua nova. As fotos da missa, registro aqui, foram no dia 31 de dezembro de 2011, não sei se a última do ano; e chovia… Enfim, tanto detalhe ainda é pouco, diante da beleza e das infinitas nuances que guardam essa linda expressão da arquitetura do século XIX. Ainda não me dei por satisfeita…

Um pouco mais da história de Dois Córregos…

HISTÓRIA DE DOIS CÓRREGOS

Última cidade serrana do Estado de São Paulo, a caminho do Oeste, Dois Córregos está localizada em pleno Planalto Central Paulista. Sua Povoação que surgiu da parada de tropeiros que vinham de Minas Gerais, no final da primeira metade do século XIX. Possui esse nome porque as pousadas aconteciam às margens do Ribeirão do Peixe, cujos afluentes são dois córregos, hoje denominados Fundo e Lajeado.

José Alves Mira era natural de Campanha, em Minas Gerais, mas o seu pequeno comboio partiu de Ouro Fino; com ele veio seu irmão Luiz de Mira e seu filho mais velho João Alves de Mira e Mello.
José Alves Mira, nascido em 1802, chegou ao distrito de Brotas por volta de 1846. Nessa época os comboios já contavam com trilhas batidas para caminhar. Os mapas indicavam o planalto ocidental paulista em grande parte, como “zona desconhecida”, quando sequer Bauru existia. Desse modo, José Alves Mira sabia que aqui teria terras disponíveis e certamente chegou informado sobre as condições da região. Passando pela povoação de Brotas, seguiu até atingir as terras da Queixada, um dos bairros do futuro município de Dois Córregos, e ali se instalou.

A chegada de novos comboios (de mineiros a tomar as terras periféricas) e o conseqüente aumento da população, tornou-se necessária construção de uma capela, principalmente porque a capela de Brotas ficava muito distante, tendo nada menos que o rio Jacaré – Pepira e a serra de Brotas a separá-las.
Em 1856 José Alves Mira e Mariano Lopes, proprietários da Fazenda Rio do Peixe, resolveram doar vinte alqueires de terra da mencionada fazenda sob a invocação de Divino Espírito Santo, que se constituiria o local onde hoje se acha a cidade de Dois Córregos.
Conforme depoimentos, José Alves Mira soltou um carro de boi carregado de madeiras, na descida da estrada do Prata, acima da margem direita do rio do Quinca, com a condição de construir a capela no local onde o carro de boi parasse. O carro de boi parou atrás do local onde hoje se ergue a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo. E em 4 de Fevereiro de 1856 foi inaugurada a capela, feita de barro e coberta de sapé. Foram, depois, esquadrados os quarteirões para o início da povoação urbana.

ATUAL: Dois Córregos possui vários prédios que apresentam características do final do século XIX e início do século XX, marcando o apogeu da cultura cafeeira na região. O prédio da Igreja Matriz é um marco arquitetônico imponente.

http://www.guiadoiscorregos.com.br/dois-corregos/a-cidade.html

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