BOCA LIVRE – A ARTE DE CANTAR e ENCANTAR

O surgimento deste grupo foi um verdadeiro “frisson”!

 Chegaram pra cantar e encantar…

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Boca Livre é um grupo musical brasileiro de MPB, cujo primeiro disco foi lançado independentemente em 1979.

Com seu estilo refinado, o Boca Livre se destaca por suas composições e também pelas versões de músicas de outros compositores. Seus arranjos instrumentais e, principalmente, vocais fogem da métrica convencional utilizada por outros grupos, através do uso de acordes vocais dissonantes e revezamentos nos solos. Fonte: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Boca_Livre) clique e saiba mais…

http://www.google.com

“Grupo vocal e instrumental formado em 1978 por Maurício Maestro (contrabaixo e vocal), Zé Renato (violão e vocal), Cláudio Nucci (violão e vocal) e David Tygel (viola 10 cordas e vocal). Participou, nesse ano, do disco “Camaleão”, de Edu Lobo, excursionando com o compositor através do Projeto Pixinguinha.

Lançou, no ano seguinte, o LP independente “Boca Livre”, que ultrapassou a vendagem de 100.000 cópias, uma marco inédito na musica independente daquela época, com destaque para as canções “Toada” (Zé Renato, Claudio Nucci e Juca Filho) e “Quem tem a viola” (Zé Renato, Claudio Nucci e Xico Chaves).”

ww.google.com

Viaje também:

http://www.zerenato.com.br/teste/index.php

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Ninguém disse que era fácil… Ninguém nunca disse que seria tão difícil…

The Scientist

Coldplay

Composição : Chris Martin / Guy Berryman / Jon Buckland / Will Champion

Vim pra lhe encontrar, dizer que sinto muito,
Você não sabe o quão amável  você é
Tenho que lhe achar, dizer que preciso de você,
E te dizer que eu  escolhi você
Conte-me seus segredos, faça-me suas perguntas
Oh, vamos  voltar pro começo
Correndo em círculos, perseguindo a cauda,
Cabeças num  silêncio à parte

Ninguém disse que seria fácil,
É uma pena nós nos  separarmos
Ninguém disse que seria fácil,
Ninguém jamais disse que seria  tão difícil assim
Oh, me leve de volta ao começo…

Eu só estava  pensando em números e figuras,
Rejeitando seus quebra-cabeças
Questões da  ciência, ciência e progresso
Não falam tão alto quanto meu coração
Diga-me  que me ama, volte e me assombre
Oh, quando eu corro pro começo
Correndo em  círculos, perseguindo nossas caudas
Voltando a ser como éramos

Ninguém  disse que era fácil,
É uma pena nós nos separarmos
Ninguém disse que era  fácil,
Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim
Eu estou indo de volta para o começo…

http://www.vagalume.com.br/coldplay/the-scientist-traducao.html#ixzz1PtHT94gX

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PARABÉNS CHICO BUARQUE DE HOLANDA – 67 anos – UM POETA EM ETERNA CONSTRUÇÃO

PORQUE ELE NASCEU PRA CANTAR O AMOR…

OS SENTIMENTOS DA ALMA FEMININA, DO HOMEM, DE UMA NAÇÃO INTEIRA…

Difícil falar de um artista tão complexo, tão completo…

Pequena Biografia de Chico Buarque

Chico Buarque: Francisco Buarque de Hollanda (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944), é um músico, dramaturgo e escritor  brasileiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização  do Brasil. Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.
Casou-se com e separou-se da atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Sílvia, que é atriz e casada com Chico Diaz, Helena, casada com o percussionista Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina (por tamiris storari)

POESIA e CANÇÃO

A minha gente sofrida
Despediu-se da dor
Pra ver a banda passar
Cantando coisas de amor

*

Que saudade é o pior tormento, é pior do que o esquecimento,

é pior do que se entrevar…

*

Quem me vê sempre parado, distante
Garante que eu não sei sambar
Tou me guardando pra quando o carnaval chegar

*

Quando amo, eu devoro todo o meu coração,
Eu odeio, eu adoro numa mesma oração.

*

Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota dágua…

*

Toda dor da vida me ensinou essa modinha que de tolo,
Até pensei que fosse minha.

*

Talvez o mundo não seja pequeno,

nem seja a vida um fato consumado.

Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno.

*

Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz.

*

Também acho uma delícia quando você esquece os olhos em cima dos meus.

*

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu.

*

E pela minha lei, a gente era
obrigado a ser feliz

*

Está provado, quem espera nunca alcança

*

”O que será ser só.Quando outro dia amanhecer?

Será recomeçar? Será ser livre sem querer?”

*

Ai, o primeiro copo, o primeiro corpo, o primeiro amor

*

Mas depois de um ano eu não vindo; Ponha a roupa de domingo e pode me esquecer

*

Vem, mais vem sem fantasias, que da noite pro dia você não vai crescer.

*

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único

*

E na gente deu o hábito
De caminhar pelas trevas
De murmurar entre as pregas
De tirar leite das pedras
De ver o tempo correr

FRASES

O jornalista, queira ou não, exerce um poder e eu não quero ser simpático a
poderoso nenhum

*

Mas você não sabe por que aquilo apareceu na tua cabeça.

E você não vai sossegar enquanto não transformar em canção, em verso.

(Chico falando do processo criativo de suas canções. Revista TPM nº 141)

*

As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem.

*

Como eu bebia muito, fiquei encarregado de arrumar garrafas para fazer bomba
molotov.

*

Não tomo mais uísque. Cantar bêbado pode ser engraçado, mas não a temporada
inteira. Faz mal para o fígado.

*

Eu não estou me afogando, nem pessoal, nem profissional, nem criativamente. Não
estou sequer ofegante. Estou nadando, vendo a praia… Eu vou chegar lá

*

A crítica é superficial, incapaz de dar um toque. É preguiçosa, quando não,
desonesta

*

Era televisão e futebol. Construíram estádios e essa rede impressionante de
telecomunicações por todo o Brasil, e ao mesmo tempo uma degradação crescente em
termos de educação e saúde. Tudo isso foi descuidado.”
(Sobre o avanço da televisão na época da ditadura militar)

*

Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se
fosse eu o ofensor… Magoar alguém é terrível

*

Menino quando morre vira anjo; Mulher vira uma flor no céu; Malandro quando morre vira samba.

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Você também vai gostar de ver:

Chico a babá. o lixeiro e o comunismo

http://www.youtube.com/watch?v=6qUX_zsLbpk

Páginas sobre Chico

http://www.jobim.org/chico

http://www.chicobuarque.com.br/

http://tintodesangue.blogspot.com/

http://digitalbeasts.com/chicobuarque/artista/

disco novo:

http://www.chicobastidores.com.br/

http://www.tropicalia.be/pt/2011/07/Chico_Buarque__atras_das_janelas…_Os_bastidores_de__Chico___1_/114/

http://www.tropicalia.be/pt/2011/07/Chico_Buarque__atras_da_porta…_O_album__Chico_/116/

Polêmicas…

http://www.artilhariacultural.com/2010/08/16/10-mentiras-comuns-sobre-chico-buarque/

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“Porque sou do tamanho do que vejo…” Fernando Pessoa

PELO 123º ANIVERSÁRIO EM 13 JUNHO

Como homenagear e definir uma PESSOA de TAL TAMANHO?

DA MINHA ALDEIA

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura…

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.

Alberto Caeiro

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Lá em cima do telhado meu sonho encantado era pertinho do céu…

By Marcelo Cerri Rodini

TELHA NUA

Composição : Waltinho e Roberto Andrade

Todo dia minha mãe dizia
Que ao meio-dia era pra almoçar
E gritava pra cima da telha:
Menino, já desça, pare de brincar…

Lá, em cima do telhado
Meu sonho encantado
Era pertinho do céu
E se todos lá embaixo
Pensassem assim tão alto
Vinham brincar aqui
Comigo no telhado…

Mesmo quando a gente cresce
Fatos de criança não desaparecem
O lugar, a casa, a rua
Uma telha nua sem ninguém por lá…

Para ouvir acesse:

http://www.kboing.com.br/musica-e-letra/viola-urbana/1076134-telha-nua–flor-dagua/

http://www.youtube.com/watch?v=3VGPOJfRNhM

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