COMO VOCÊ PODE PEDIR PRA EU FALAR DO NOSSO AMOR… LINDA!!!!

 

Tristesse

 

Milton Nascimento

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Composição: Milton Nascimento/Telo Borges

Como você pode pedir
Pra eu falar do nosso amor
Que foi tão forte e ainda é
Mas cada um se foi

Quanta saudade brilha em mim
Se cada sonho é seu
Virou história em sua vida
Mas prá mim não morreu

Lembra, lembra, lembra, cada instante que passou
De cada perigo, da audácia do temor
Que sobrevivemos que cobrimos de emoção
Volta a pensar então

Sinto, penso, espero, fico tenso toda vez
Que nos encontramos, nos olhamos sem viver
Pára de fingir que não sou parte do seu mundo
Volta a pensar então
Como você pode pedir…

Desejo que a humanidade continue acreditando no seu poder de realizar o melhor… EM TUDO!

 

 

Quando todos pensam da mesma forma

é porque ninguém está pensando.

Walter Lippman 

 (23 de setembro de 1889 – 14 de dezembro de 1974)

 foi escritor, jornalista e comentarista político.

 

 

 

 

 

Eu não posso mudar o que já aconteceu,

mas posso mudar minha maneira de viver.

Jacques Salomé

(diplomado em Psicologia Social e formador em Comunicação,
é muito conhecido pelas suas conferências e obras sobre
a comunicação no casal e na família)

 

 

 

 

 

 

COMO O TEMPO VAI O TEMPO VEM…

Sua

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Marisa Monte

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Agora e sempre mais
Eu só quero que você ouça
A canção que eu fiz pra dizer
Que eu te adoro cada vez mais
E que eu te quero sempre em paz

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Eu só quero que você caiba
No meu colo
Porque eu te adoro cada vez mais
Eu só quero que você siga
Para onde quiser
Que eu não vou ficar muito atrás

Tô com sintomas de saudade
Tô pensando em você
E como eu te quero tanto bem
Aonde for não quero dor
Eu tomo conta de você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Eu só quero que você saiba
Que estou pensando em você
Mas te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem
E que eu te quero livre também
Como o tempo vai e o vento vem

Arthur da Távola – PURO DELEITE…

Quem tem medo da música clássica?
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Quem assistiu ao programa de Arthur da Távola
nesta data (TV senado), viu e ouviu Sarah Chang e a
Orquestra Filarmônica de Berlim,
no Palazzo Vecchio (lindo!), em Florença,
o concerto n° 01 de Niccolò Paganini.
com regência  maestro Zubin Mehta.
Puro deleite para a alma e coração e como diz,
sabiamente Arthur da Távola:
“Música é vida interior e quem tem vida interior
jamais padecerá de solidão”
Veja os horários:
Sábado às 10h e 18h
Domingo às 10h, 18h e 24h

Um pouco de Sara Chang

Caixa de Padora…

 
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"Caixa de Pandora é uma expressão utilizada para designar qualquer coisa que incita a curiosidade mas que é preferível não tocar (como quando se diz que "a curiosidade matou o gato"). Tem origem no mito grego da primeira mulher, Pandora que, contra as indicações que lhe tinham dado, teria aberto um recipiente (há polémica quanto à natureza deste, talvez uma panela, um jarro, um vaso…) onde se encontravam todos os males que desde então se abateram sobre a humanidade, ficando apenas a esperança no fundo do recipiente. Existe algumas semelhanças com o mito judaico-cristão de Adão e Eva onde a mulher é, também, responsável pela desgraça do género humano. Segundo a lenda grega, Prometeu criou o homem de argila e roubou a chama sagrada de Hélio (Deus Sol) para dar-lhe o sopro da vida.
O intuito era que o homem ajudaria a cuidar de sua mãe Gáia (Terra). Porém, o homem também era imortal e assexuado, reproduzindo-se de forma rápida.
Prometeu é preso e condenado a ficar acorrentado no alto de uma montanha, onde todos os dias uma águia gigante vem comer-lhe as vísceras que são regeneradas a noite…desta forma Prometeu está fadado a sentir dores por toda eternidade.
Antes porém, ele deixa uma caixa contendo todos os males que podem atormentar o homem com seu irmão Epmeteu, pedindo que ninguém se aproxime da mesma.
Os homens começam a desvastar a Terra e os deuses se reunem e criam uma mulher. Esta, batizada como Pandora, é incumbida de seduzir Epmeteu e abrir a caixa. Naquela época os deuses ainda não moravam no Olimpo, mas sim em cavernas. Epmeteu colocou duas gaiolas com gralhas no fundo da caverna e a caixa entre elas, para que, caso alguém chegasse perto, as gralhas fariam um barulho insuportável, alertando Epmeteu. Pandora o seduziu de tal forma, que conseguiu convencê-lo a tirar as gralhas da caverna, sob o pretexto que tinha medo. Após terem se amado, Epmeteu caiu em sono profundo, Pandora foi até a caixa e abriu. Um sem mais de males tais como: a mentira, doenças, inveja, velhice, guerra, morte…sairam da caixa de forma tão assustadora que ela teve medo e fechou antes que saisse a última delas: o mal que acaba com a esperança."

Fonte: